Geraldo de Almeida Coutinho, 26 anos, é egresso do curso de Psicologia da Faculdade de Saúde e Humanidades Ibituruna – e, recentemente, foi aprovado em Residência Multiprofissional em Saúde Mental pela Rede de Atenção Psicossocial de Montes Claros.

O psicólogo, que já iniciou as atividades programadas para o início da residência , frisa que a graduação foi um grande incentivo para sua aprovação e destaca os motivos pelos quais escolheu estudar na Fasi. “O fato de ser uma instituição que transmitia prestígio e seriedade, escolhi estudar na Fasi que, sem dúvidas, foi uma das influências nesta minha conquista. O corpo docente responsável pelas disciplinas que tratam do campo da saúde mental puderam me apresentar o essencial – tanto a perspectiva e evolução histórica desse campo de atuação, como as suas temáticas atuais.”, explica o egresso.

Geraldo frisou, ainda, sobre os locais onde terá atividades neste início da residência. “A residência ocorre em alguns pontos da Rede de Atenção Psicossocial de Montes Claros. Neste primeiro ano, serão nos pontos: CAPS I, CAPS II e Hospital Universitário Clemente Faria”. E completa, ressaltando sobre como foi a preparação para a vaga. “Após a formatura, tive algum tempo para me dedicar exclusivamente aos estudos. No entanto, os últimos anos da graduação foram especialmente valiosos e decisivos para a minha aprovação”, citou o psicólogo.

Com grande relevância no currículo profissional, a residência é o desejo de vários profissionais da saúde. Geraldo cita como esta experiência irá contribuir para a sua formação. “Esse programa de residência soma, ao final dos dois anos, mais ou menos 5500 horas (acredito que seja um pouco mais); é realmente uma imersão, um aprofundamento no trabalho e na continuidade da formação teórico-técnica. Então,  é uma experiência de grande importância, pois a residência permite aprimorar a formação da graduação, a partir das demandas que a própria prática enseja, em um campo específico de atuação”, pondera.

O egresso da Fasi destaca, também, seus planos ao longo da carreira. “Como minha formatura e aprovação na residência são recentes, ainda não consegui pensar para além desse projeto. Estou muito focado no que estou fazendo agora. No entanto, tenho interesse em permanecer, de algum modo, ligado à atividade acadêmica. Talvez eu tente um programa de mestrado ou algo próximo disso. Além disso, não pretendo sair do campo de atuação da saúde mental”, concluiu Geraldo.

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